sábado, 25 de dezembro de 2010
quarta-feira, 28 de julho de 2010
LHC funciona na potência total e colide prótons pela primeira vez
Hoje, 30 de março de 2010, às 8h06 (horário de Brasília), o acelerador de partículas LHC (Large Hadron Collider) atingiu enfim sua meta de potência de 7 TeV (tera elétron-volts), e colidiu partículas sub-atômicas pela primeira vez. Agora físicos em todo o mundo aguardam ansiosamente pelos dados resultantes do experimento, que prometem abrir muitos novos caminhos para a ciência.
O LHC tinha atingido o recorde de 3,5 TeV há cerca de 10 dias atrás. Hoje o LHC inicia um novo ciclo, no qual trabalhará por 18 a 24 meses com a energia de 7 TeV, já se preparando para a seguir colidir partículas com o dobro da energia: 14 TeV.
Veja no vídeo abaixo a reação dos cientistas no CERN ao ver que os feixes de prótons haviam colidido com sucesso pela primeira vez (a partir dos 50 segundos do vídeo):
LHC triplica seu próprio recorde
O LHC (Large Hadron Collider) atingiu sua mais alta potência até o momento, levando-o um passo mais perto da potência máxima de 7 trilhões de elétron-volts e da meta das novas descobertas físicas às quais o acelerador de partículas pode levar dessa maneira.
O recorde anterior do LHC havia sido de 1,18 TeV (tera elétron-volt, ou trilhão de elétron-volt). Na manhã desta sexta-feira (19), raios de prótons com três vezes mais energia circularam pelo acelerador de partícula, estabelecendo o novo recorde de 3,5 TeV.
Como vocês devem ter percebido pelo fato do mundo ainda não ter acabado, o teste foi bem sucedido, o que deixou os cientistas muito satisfeitos e animados. James Gillies, Diretor de Comunicações do CERN — a organização de pesquisas responsável pelo LHC — disse que este foi um grande marco:
“É fantástico — realmente não há nada em nosso caminho para começar nosso programa em direção aos 7 TeV,” disse Gillies.
Fonte: ZDNet
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Pequeno avião de espionagem pode se recarregar pousando em fios elétricos
Os engenheiros do MIT bolaram uma maneira de fazer um pequeno avião de vigilância e espionagem que não precisa nunca retornar à base para ser recarregado. Eles simplesmente pousam e se prendem em fios da rede elétrica e se recarregam ali mesmo.
O truque para tornar isso possível é provocar o efeito "stall" (quando um veículo aéreo perde sustentação sob as asas) de maneira controlada, que é exatamente o que os pássaros fazem quando pousam nos fios. Quando o aviãozinho se aproxima do fio, ele joga o seu nariz para cima no momento certo da trajetória para diminuir a velocidade e conseguir se enganchar no fio. Com isso, ele evita pousar com muita força ou passar reto e errar o pouso.
É uma manobra bem bacana! E cara, que bom que vai existir um verdadeiro exército de aviões de vigilância por aí, que podem ficar em atividade o tempo inteiro e se recarregar sempre que precisar! Não vejo como isso possa dar errado! [New Scientist via Slashdot]
Por Adam Frucci